Ir para o menu de navegação principal Ir para o conteúdo principal Ir para o rodapé

ARTIGOS

v. 14 (2026): Percepta - Revista de Cognição Musical

Tipos de Atenção na Habilidade de Leitura Musical: : Piano Colaborativo em Perspectiva

DOI
https://doi.org/10.34018/2318-891X.14e026011
Enviado
junho 30, 2026
Publicado
09.10.2026

Resumo

A leitura musical é uma das habilidades mais necessárias para se obter um satisfatório desempenho em muitas das incumbências confiadas ao pianista colaborador. O seu desenvolvimento está alicerçado no controle de componentes cognitivos e motores, dentre os quais destaca-se a manipulação do foco atencional e seus modos de aplicação, conforme se verifica no aporte teórico proveniente das áreas de cognição musical, psicologia e controle motor (Sloboda, 2008; Dalgalarrondo, 2008; Magill, 2011). Na presente investigação foram consideradas quatro maneiras de aplicação do foco atencional às quais foram relacionadas distintas situações de leitura provenientes do repertório para piano em função colaborativa. O objetivo foi o de alcançar maior compreensão sobre organização e planejamento da aplicação do foco de atenção buscando assim maior eficácia e aprimoramento em situações de leitura no contexto piano-colaborativo.

Referências

  1. Arôxa, R. (2013). Leitura à primeira vista: perspectivas para a formação do violonista. Dissertação (Mestrado em Música) – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa.
  2. Brahms, J. (1980). Sonatas para Clarineta e Piano. Duisburg: Henle Verlag.
  3. Brahms, J. (1980). Sonatas para Violino e Piano. Duisburg: Henle Verlag
  4. Póvoas, M. B. C. (1999). Controle do movimento com base em um princípio de relação e regulação do impulso mecânico: possíveis reflexos na otimização da ação pianística. Tese de doutorado. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.
  5. Cabral, M. R. (2018). O Piano de Orquestra e utilizações em Villa-Lobos: Uirapurú, Bachianas Brasileiras n°2 e Choros n°8. Dissertação de Mestrado. Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis.
  6. Cox, A. (2016). Music and Embodied Cognition: Listening, Moving, Feeling and Thinking. Indiana University Press.
  7. Dalgalarrondo, P. (2008). Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre: Artmed.
  8. Kahneman, D. (1973). Attention and effort. New Jersey: Prentice Hall.
  9. Lamas, A. (2013). El hombre y su conducta. Buenos Aires: Instituto de Estudios Filosóficos Santo Tomás de Aquino.
  10. Lima, R. (2005). Compreendendo os mecanismos atencionais. Ciências & Cognição, v. 06, p. 113-122.
  11. Logan, G. (1998). What is learned during automatization? II. Obligatory encoding of spatial location. Journal of Experimental Psychology: Human Perception and Performance, v. 24, p. 1720-36.
  12. Magill, R. (2011). Aprendizagem e Controle Motor. São Paulo: Phorte editora.
  13. Mozart, W. A. (1894). Concerto para Flauta e Orquestra KV 313 em Sol maior. Leipzig: Breitkopf und Härtel.
  14. Pinto, A. C. (2004). Uma análise do Batuque da Suíte Orquestral Reisado do Pastoreio de Oscar Lorenzo Fernândez. Dissertação (Mestrado em Música) – Universidade Estadual de Campinas, SP, Campinas.
  15. Poulenc, F. (1926). Trio para Oboé, Fagote e Piano. Copenhaguen: Wilhelm Hansen, 1926.
  16. Schmidt, R.; Lee, T. (2016). Aprendizagem e Performance Motora. Porto Alegre: Artmed.
  17. Sloboda, J. (2008). A mente musical: a psicologia definitiva da música. Tradução: Beatriz Ilari e Rodolfo Ilari. Londrina: Eduel.
  18. Tchaikovsky, P. I. (1900). Concerto para violino e orquestra Op. 35 em Ré maior. Leipzig: Eulemburg, 1900. Partitura, 47 páginas. Violino e redução orquestral para piano.

Artigos Semelhantes

<< < 10 11 12 13 14 15 16 17 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.